Um pouco de futebol
Uma coisa que eu não consigo perder é a paixão pela seleção brasileira. Apesar de tudo, não consigo deixar de torcer pelo Brasil. Assim sendo, após assistir a Brasil 1 x 1 Uruguai, faço alguns comentários:
1 – Continuo dizendo que o Dida é o goleiro mais ágil do mundo. Mesmo quando falha;
2 – Ronaldo Nazário é o atacante que mais perde gols no futebol mundial. É realmente um fenômeno. Poderíamos ter ganho esse jogo se não tivéssemos um gordo de centroavante;
3 – Robinho é mágico;
4 – Galvão Bueno é o narrador mais chato da televisão brasileira; e
5 – Casagrande não é comentarista de futebol. É um clone do Lobão que não deu certo e nasceu grudado no saco do Galvão Bueno.
Escrito por Mestre Chang às 01h08
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Hulk, o filme

Assisti, com algum atraso, o filme do Hulk. Que grande porcaria. É uma das piores adaptações de quadrinhos para o cinema que eu já vi. Sinto raiva. Chang esmaga!
Estou verde de raiva por um motivo fundamental: pelo trailer, cartazes, elenco e, principalmente, pelas críticas que eu li, achei que o filme era bom. Me decepcionei. Coisa que não acontecia quando a gente ia assistir aos filmes ruins do Batman, pois já íamos preparados para ver uma porcaria. Assistíamos apenas por obrigação.
O filme do Hulk usa e abusa de chavões retirados de outros filmes. Estão presentes cenas de Exterminador do Futuro 2, Godzilla, King Kong e outros. Tudo misturado com a ambição de criar um roteiro grandioso com cenas apocalípticas e megalomaníacas (principalmente no final). A história acaba resultando num caldo viscoso, enjoativo e intragável.
Os efeitos especiais são tão ruins que parecem um desenho animado. As melhores cenas são as que mostram o Hulk no escuro, pois as sombras não deixam perceber a tosquice da péssima manipulação digital. As transformações do Banner em Hulk chegam a ser engraçadas. Até aquela série dos anos 70 era mais bem feita.
Os super-pulos do verdão são ridículos. Ele salta centenas de metros e cai em cima de estruturas frágeis sem danificá-las! Como se fosse um Hulkzinho de pelúcia! Uma verdadeira comédia.
O Nick Nolt no papel de pai do Banner e a seqüência com helicópteros no deserto podem salvar o filme. Mas somente se olharmos para ele como uma comédia.
Ainda bem que eu nunca fui muito fã do Hulk. Senão era capaz de eu ter quebrado a televisão. E o pior foi que eu convidei meu pai para assistir comigo. “Pai, acho que esse filme é dos bons!” Putz, passei vergonha... Ele deve ter pensado que eu tô ficando meio retardado.
Escrito por Mestre Chang às 00h39
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Marvel Apresenta 14: Wolverine – Ilha X

A história é uma análise psicológica dos conflitos internos do Wolverine. Viagem total. Confesso que li duas vezes para entender o X da questão. E mesmo assim, ainda estou boiando um pouco com relação àquela cena da faca no parque de diversões...
Mas gostei. Desenhos bons e roteiro interessante, cheio de contrapontos temporais. Só compre se você gosta de histórias malucas, totalmente fora do padrão.
Panini Comics - Bruce Jones (roteiro) e Jorge Lucas (desenhos). Preço: R$ 7,50, 112 páginas. Outubro de 2004.
Escrito por Mestre Chang às 01h25
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FLASH: o tempo voa
Roteiro de John Rozum, arte de Seth Fisher
(clique na imagem para aumentar)

Sinopse oficial: Wally West, o Flash, enquanto investiga os motivos do tempo estar acelerando a cada instante, acaba no futuro, em busca de um fugitivo que pode ser a chave para a anomalia temporal. Porém, os dois viajantes são estranhos nesse lugar e precisam aprender as regras desse estranho mundo, antes que sejam capturados por misteriosas forças. Uma espetacular edição escrita por John Rozum e ilustrada pelo excelente Seth Fisher!
Crítica do Mestre Chang: a arte de Seth Fisher é interessante. Seu traço consegue ao mesmo tempo ser limpo e meio psicodélico, sem descuidar dos detalhes. Mas precisa estudar um pouco mais de anatomia. Os desenhos dos cenários são muito caprichados e a dinâmica dos quadrinhos é empolgante, cheia de onomatopéias, cores quentes e ação vertiginosa. O argumento de John Rozum é competente e cheio de potencial. Mas o roteiro acaba se tornando um pouco enfadonho. Repleto de referências à física e à filosofia, algumas páginas têm informações técnicas em exagero, o que atrapalha a leitura. Eu tentei acompanhar o raciocínio científico da história até certo ponto. Depois larguei de mão e simplesmente corri até o final da revista junto com o Flash.
Achei que a melhor sacada do roteiro foi colocar em questão a “aceleração” do tempo no mundo contemporâneo: “As 24 horas de cada dia já não eram suficientes... Os anos começaram a disparar e, antes que qualquer um se desse conta, o futuro havia chegado!” Realmente hoje em dia o tempo parece passar mais rápido do que há 100 anos atrás. Um historiador chamado Eric Hobsbawn chamou o século passado de “o breve século XX” devido à nova relação dos acontecimentos modernos com a nossa medida de tempo. Muita coisa aconteceu em relativo pouco tempo. As pessoas não têm mais tempo para o ócio. Ninguém tem tempo para nada. Qual o maior motivo de “morte” de blogs legais? A falta de tempo para escrever. Parece que o tempo realmente está acelerado. Obviamente isso é uma ilusão, mas na HQ há uma explicação alternativa. Não é uma “edição espetacular” como diz a Mythos, mas vale a pena.
52 páginas. Preço de capa: R$ 5,90, publicado em março de 2003 pela Mythos Editora. Mas eu só paguei R$ 1,00. Uhu!!!!
Escrito por Mestre Chang às 22h34
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Cérebro
Essa é velha, mas é legal.
Leia, releia e veja como é interessante o nosso cérebro :
De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.
Escrito por Mestre Chang às 22h34
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Melhores capas da Marvel em 2004
Respondendo ao Marlo, a imagem da Tempestade que eu usei aí embaixo foi capa da revista Uncanny X-men #449.
A Marvel promoveu um concurso para escolher as melhores capas de 2004 e essa da Tempestade foi uma das finalistas. A grande vencedora foi essa aqui, da revista Astonishing X-Men #6, que mostra o Colossus muito bem na foto.

Mas, na minha modesta opinião, acho que haviam várias capas melhores. A minha preferida é a de Daredevil 62.
Clique aqui para ver todas as capas escolhidas. Entre no link "view the brackets".
Escrito por Mestre Chang às 23h31
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Batman abduzido
Batman abduzido - Edição especial – Mythos Editora – 2003

Roteiro de Alan Grant, ilustrações por Norm Breyfogle.
Dois veteranos quadrinhistas do Batman, o escritor Alan Grant e o ilustrador Norm Breyfogle, colocam o Homem Morcego em uma trama envolvendo alienígenas. A edição precede Batman: Dreamland. (sinopse Mythos)
Sem muito o que dizer. História ruim, desenhos ruins. De repente algum ufólogo pode gostar. Não sei como a DC autoriza esse tipo de coisa. Tem cenas absurdas como um confronto do Batman com o Bruce Lee. E o roteiro é tão escroto que até o Alfred tira sarro do Batman na página 18:
- Por mais incrível que pareça... cada fibra do meu ser afirma que fui abduzido por alienígenas. Seres totalmente diferentes dos extraterrestres que já conheci, como Superman e J’onn J’onzz. Nunca passei por nada similar, Aflred.
- Hã... claro, senhor. Vou preparar um chá quente... assim que eu enxotar o anãozinho verde da cozinha!
Como eu só paguei R$ 1,00, tudo bem...
Escrito por Mestre Chang às 22h56
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Choveu no Rio Grande do Sul

Choveu no Rio Grande, mais em 24 horas do que no último mês inteiro. Durante um dia Porto Alegre lembrou que está em uma zona de clima subtropical úmido. Aliviou um pouco o calor mas a seca continua.
Escrito por Mestre Chang às 01h05
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Cada um paga o seu
De acordo com o e-mail que eu recebi do Cassiano, esse acidente aconteceu em Curitiba. Parece que o cara do Corcel gritava: "Cada um paga o seu!"



Escrito por Mestre Chang às 12h44
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Um Real
Achei algumas revistas da Mythos Editora em promoção por aqui. São relançamentos com preços que variam de R$ 1,00 a R$ 1,50. Obviamente, eu fiz a festa. Comprei:
- Batman: Colheita Maldita – parte 1 e 2
- As Aventuras de Batman e Superman – adaptação oficial do desenho da TV
- Batman: Nove Vidas – parte 1 e 2
- Mulher-Gato: Guardiã de Gotham - parte 1 (depois consegui a parte 2 pelo preço de capa)
- Lex Luthor: Biografia Não Autorizada
- Flash: o tempo voa
- Batman: Abduzido
A maioria custou um real, na banca do Bourbon Assis Brasil e na Rei Midas de Capão da Canoa. Em breve coloco as resenhas comentadas aqui no Mestre Chang.
Como é bom comprar quadrinhos por R$ 1,00.
Escrito por Mestre Chang às 15h31
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Yu-Gi-Oh!

Em 2004, pela primeira vez entrei em uma sala de aula como professor. Fiz meu estágio em colégios onde eu havia estudado, há anos atrás. Um dia, no intervalo das aulas, vi um monte de alunos meus sentados no chão, em círculo, no saguão da escola.
Fui chegando como quem não quer nada, para bisbilhotar. Eram uns seis guris, que discutiam entusiasticamente enquanto rolava um jogo de cartas. Querendo mostrar que eu era um professor moderninho e atualizado, e com a esperança de que fosse alguma coisa que eu entendesse, perguntei: e aí galera, o quê vocês tão jogando?
A resposta veio em uníssono: Yu-Gi-Oh!
E logo continuou aquela discussão emocionada, típica do jogo, como se eu não estivesse ali. Aproveitei a minha invisibilidade para sair de fininho, pois de Yu-Gi-Oh eu não entendia absolutamente nada.
Mas lembrei do meu tempo de estudante, quando naquele mesmo colégio, a gurizada sentava no chão para jogar Super Trunfo. Naquela época as discussões em torno do jogo não eram tão acaloradas. Afinal de contas, o que é mais rápido, um F-16 ou um Mig-29? Bastava olhar nas cartas e comparar as informações. Quase não havia espaço para discussões.
Dentro da minha ignorância, acho que no Yu-Gi-Oh rolam altos debates porque as informações não são tão objetivas. Os piás colocam os personagens para se enfrentar e comparam as cartas, mas os poderes são relativos. Há uma série de variáveis envolvidas e, além das informações contidas nas cartas, vale também o poder de argumentação. Não basta o personagem ter determinada habilidade, é necessário que o jogador convença os demais da supremacia de seus poderes. Também é preciso que o jogador tenha uma visão estratégica da partida, e planeje os seus movimentos.
Alguns alunos, que em sala de aula são extremamente tímidos e calados, utilizam este tipo de jogo para expressar suas idéias e socializar. E revelam-se excelentes oradores. Isso me parece bom.
Sou um saudosista, mas não quero parar no tempo. Super Trunfo foi um clássico, mas estes novos jogos de carta me parecem pedagogicamente mais interessantes. Quem olha para uma rodinha de Yu-Gi-Oh pode pensar que não passa de um jogo alienante. Eu dicordo, e acho que estes jogos desenvolvem a visão crítica das crianças e incentivam a discussão e o debate. Além disso, dei uma pesquisada e descobri que o jogo envolve elementos históricos e mitológicos, fazendo várias referências ao Egito Antigo. O quê o torna um instrumento pedagógico em potencial para as aulas de História.
Para matar a saudade, dá para acessar o site da Grow e jogar uma partida de Super Trunfo contra o computador.
Mas acho importante que os professores entendam a dinâmica dos novos jogos. Até para não passar vergonha no recreio. Quem é ignorante como eu, clique aqui para saber mais sobre Yu-Gi-Oh!
Mas a grande conclusão que eu faço é a seguinte: mesmo em tempos de Game Boy, Playstation, Xbox e Game Cub, nada substitui um bom carteado no chão do colégio.
Escrito por Mestre Chang às 03h11
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O Bob Esponja é gay?

O chato do Robin Willians andou falando que o Bob Esponja e o Patrick Estrela são gays. Alguns líderes religiosos fundamentalistas norte-americanos estão fazendo campanha contra o desenho, pois seria um péssimo exemplo para as crianças. Parece que o Wall Sreet Journal publicou uma reportagem abordando o assunto levantando indícios da homossexualidade do Bob Esponja, e concluindo que o desenho deveria ser dirigido ao público adulto.
Devido à proporção que a polêmica atingiu, o criador do personagem, Stephen Hillenburg, se viu obrigado a dar uma declaração afirmando que o Bob Esponja não queima a rosca.
Eu acho que o Bob Esponja é um dos desenhos mais legais da atualidade. É idiota. Muito idiota. Mas por isso mesmo é legal. Se ele é bicha ou não eu não sei.
O Mestre Chang resolveu entrar na polêmica e pergunta:
1 – Você acha que o Bob Esponja é gay?
2 – Que importância tem isso?
3 – Qual a pior influência para as crianças norte-americanas: o desenho do Bob Esponja ou o presidente Bush?
Escrito por Mestre Chang às 23h55
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Abri de vez as catacumbas


Quando a gurizada se juntava para fazer um rango, só dava Ki-Suco. Era o mais barato...
E o Senna fazendo propaganda do Corcel II. A álcool.
Pérolas enviadas pelo Deivis.
Escrito por Mestre Chang às 02h45
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