Google Earth

Cara, esse Google Earth é fodaço. Vale muito a pena baixar esse programa. Eu pareço uma criança brincando nesse treco. Pena que as imagens de Porto Alegre não tem uma definição muito boa. Mas outras cidades tem fotos com uma resolução tão grande que dá para ver as pessoas andando na rua:
Google Earth puts a planet’s worth of imagery and other geographic information right on your desktop. View exotic locales like Maui and Paris as well as points of interest such as local restaurants, hospitals, schools, and more…
Clique aqui para baixar, é “de grátis”.
Escrito por Mestre Chang às 12h54
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É dose...
Eu tenho que agüentar isso. E ainda pago por essa porcaria. Qualidade total.

Escrito por Mestre Chang às 12h23
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South Park Chang
 
Eu com o cabelo molhado e com o cabelo seco. É divertido esse negócio...
Quem quiser montar o seu personagem South Park clica aqui. O esquema é todo feito em Flash e para salvar tem que usar a tecla Prt Sc/print screen e colar no Paint.
Vi antes lá no Urubucervando.
Escrito por Mestre Chang às 23h14
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Hoje eu vi o Bob Jeff
Estava eu fazendo a minha peregrinação semanal à Livraria Cultura, quando a minha irmã me cutuca e diz: "olha aquela figura ali, é a cara do Roberto Jefferson". Olhei e vi uma figura estranha, de calça jeans e jaquetinha, óculos na ponta do nariz, lendo jornal e tomando um cafezinho.
Na hora eu disse: ele não parece com o Jefferson, ele é o próprio! Mas ficou aquela dúvida no ar. Aí minha namorada falou: "se fosse ele, tava com uns seguranças na volta". E tava meio esculhambado pra ser ele, mesmo.
Quando saímos da livraria entrou um fotógrafo estilo paparazzi, meio na surdina, e eu falei: é o cara!
Voltamos, e o fotógrafo já tava trabalhando às ganhas, tirando dezenas de fotos do nobre deputado. Apareceram uns seguranças da livraria, começou a juntar gente em volta, e alguém perguntou o que ele tava fazendo em Porto Alegre. A resposta dele: “vim passear com a família e colocar a cabeça no lugar”.
Um puxa-saco falou: “seja bem-vindo à cidade” e ele agradeceu. Eu pensei em falar alguma coisa inteligente, tipo uma piadinha ou algo assim, mas não veio nada na mente. Aí eu pensei em pegar uma Enciclopédia Marvel ou um livro do Paulo Coelho na prateleira e jogar na cabeça dele. Na falta de ovo e tomate eram as coisas mais podres que haviam nas redondezas. Mas no fim das contas eu não fiz nada. Só observei a nova celebridade nacional em ação na minha cidade.
Eu já escrevi antes sobre um pesadelo que eu tive, e acho que agora ele não parece tão absurdo. Não duvidem se o Roberto Jefferson for candidato à Presidência da República.
Não dá pra duvidar de mais nada.
Escrito por Mestre Chang às 19h17
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Maradona e Tevez


Preciso dizer alguma coisa?
No mais, muita correria e pouco tempo para postar. Ah, só pra constar: 3000 hits no contador. Valeu nerds.
Escrito por Mestre Chang às 22h16
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Reggae - Porto Alegre
Um off-topic para divulgar o show da banda Aldeia, do meu amigo Carlos, que é uma das melhores bandas de reggae do Rio Grande do Sul:
DIA 23/07 - ALIVE! REGGAE FESTIVAL a partir das 22hs.
Shows com ALDEIA (com muito Marley), MYAL (com muito Black Uhuru) e ENOREH (com muito Midnite)
LOCAL: ALIVE! RUA GASTÃO RHODES, 25 ESQ. IPIRANGA PERTO DO MC DA SILVA SÓ E DO ZAFFARI DA IPIRANGA. INGRESSOS: R$8 (VALENDO UMA TATTOO) ATÉ MEIA-NOITE MULHER PAGA R$1 IMPORTANTÍSSIMO: ESTAREMOS RECOLHENDO AGASALHOS QUE SERAO DESTINADOS AO HOSPITAL PSIQUIATRICO SÃO PEDRO.
Escrito por Mestre Chang às 15h45
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Maus
A editora Cia das Letras está lançando os dois volumes de Maus em uma única edição. O preço é bom: R$ 39,00. Eu ainda não li esse clássico dos quadrinhos, o que é um pecado. Abaixo a resenha disponível no site da editora:
Maus ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas - história, literatura, artes e psicologia. Em nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável.
Escrito por Mestre Chang às 02h25
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Witchblade & Wolverine: matrimônio sangrento

Uma história sem pé nem cabeça, reunindo o herói mais cultuado da Marvel e a melhor personagem da Top Cow.
A revista já começa com o casamento dos dois, em um muquifo de Las Vegas. Wolvie pega a gostosona da Sara Pezzini no colo e leva para uma limusine, onde começa a rolar o maior arretão.
Aí o Logan começa a passar mal, a Witch chama ele de Scott, ele fica puto (muito puto, chega a apontar as garras na cara dela, snikt!), depois rola uma pauleira com uns gangsters e com uma mulher que tinha roubado a witchblade (a luva), e a história simplesmente acaba.
Eu, sinceramente, não entendi nada desse roteiro de Chris Claremont. Mas vale a pena pelos desenhos do Eric Basaldua, meio ao estilo Ed Benes. As cores também são interessantes, criando um clima meio “aveludado” na revista toda. Vocês entendem, né? O importante é que a Witchblade tá mais sensual do que nunca. Melhor pro baixinho.
Witchblade & Wolverine: matrimônio sangrento - Edição especial
Chris Claremont (roteiro), Eric Basaldua (desenhos), Matt "Batt" Banning, Rick Basaldua, Sal Regla, Jay Leisten e Tom Bar-Or (arte-final), Beth Sotelo (cores)
Lançamento no Brasil em outubro de 2004, pela Mythos Editora
R$ 4,50
Escrito por Mestre Chang às 01h42
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Splinter Cell

Eu estou louco para jogar Splinter Cell: Chaos Theory. Isso porque eu joguei o game anterior da série (Pandora Tomorrow) de maneira compulsiva, quase beirando o vício, até terminá-lo. Que jogo fuderoso, meus amigos. Acho que Splinter Cell: Pandora Tomorrow foi o melhor game de ação em primeira pessoa que eu já joguei. Até hoje eu não consigo ver uma câmera de segurança no shopping sem sentir vontade de inutilizá-la com um tiro de pistola 9 mm. Será que eu fiquei neurótico?
Bom, o negócio é que Chaos Theory chegou dizendo que vai superar os jogos anteriores, com um enredo que envolve EUA, Coréia do Norte e Japão no futurístico ano de 2008. Agora Sam Fisher tem que impedir os terroristas de causarem sabotagens eletrônicas que poderiam paralisar o mercado financeiro internacional.
Hummm... Será que dá para jogar do lado dos terroristas?
Só preciso de duas coisas: tempo pra jogar e dinheiro pra comprar. Até os piratas do Centro tão cobrando caro, pô!
Escrito por Mestre Chang às 22h03
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Batman Begins

Ontem fui com a minha namorada, finalmente, assistir Batman Begins. Grande filme. Excelentes atuações e um roteiro competente. Sem exagero nos efeitos especiais, sem vilões muito caricatos, sem palhaçada e com uma fotografia sombria. Em outras palavras, um filme do Batman como deve ser: sem frescura.
No início do filme eu tive a sensação de que, sem querer, os caras tinham colocado a vinheta da Marvel. Mas não era, logo apareceu o novo símbolo da DC. Mas a vinhetinha é quase igual à da Marvel!
Pra não dizer que tudo são flores, acho que o diretor podia ter explorado melhor as cenas onde o Batman é visto por pessoas sob o efeito daquele alucinógeno. Em alguns momentos ele aparece como um daqueles monstros de Senhor dos Anéis, em outros aparece como aquele velho de Aventureiros do Bairro Proibido, que soltava fogo pelos olhos e pela boca (lembram?). E a cena de perseguição da polícia contra o batmóvel é exagerada. O Alfred tem razão: “foi um milagre não ter morrido ninguém”. Mas isso é de menos. O que eu acho que pode melhorar para o próximo filme é o uniforme do morcegão. A máscara é meio feiosa e o símbolo deveria ter mais destaque.
Mas o filme é fuderoso. O problema foi que nós sentamos perto de um coroa que tava com duas crianças e ficava explicando toda a história pra elas. Tipo, “Agora vão matar os pais dele. Olha aquele policial, ele vai virar o comissário Gordon.” Fai se fudê! Mudamos de lugar no meio do filme. Aí sentamos na frente de um casal que não tava nem aí pro filme, ficavam se agarrando e emitindo grunhidos o tempo todo. Devem ter saído dali direto pro motel.
Apesar de tudo, repito: o filme é fuderoso! Uma nova geração vem aí, cultuando o Batman. Isso é bom. Lembro quando eu assisti no cinema o primeiro filme do Tim Burton...
Escrito por Mestre Chang às 01h16
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Mundo dos Quadrinhos 2005
Para quem estará em São Paulo esta semana (não é o meu caso):
http://www1.sp.senac.br/hotsites/cca/quadrinhos/
Entrada franca.
Escrito por Mestre Chang às 23h12
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Problema no flog resolvido
Aí pessoal, o problema nos comentários do flog foi resolvido de maneira drástica: mudando de provedor.
O endereço mudou para: http://fotolog.terra.com.br/mestrechang
Apareçam.
Escrito por Mestre Chang às 17h43
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Eu sou nerd?
Pois eu gostaria de saber se eu sou nerd. Talvez eu já tenha sido, e hoje não seja mais. Talvez nunca tenha sido.
Mas afinal de contas, o quê é ser nerd? Por favor, respostas nos comentários. Urgente, pois estou em crise de identidade (the DC Identity Crisis?).
P.S. 1: Três noites seguidas estudando até às 5 da manhã. Êta semana complicada.
P.S. 2: Eu sei que os comentários do flog não estão funcionando. Vamos ver o que dá pra fazer. Culpa do UOL.
Escrito por Mestre Chang às 21h48
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